Hospital Estatual Américo Brasiliense

A História do Hospital Estadual Américo Brasiliense

O Hospital Estadual Américo Brasiliense (HEAB) e o AME Américo Brasiliense foram inaugurados em julho de 2008 estando inseridos desde a sua inauguração na Coordenadoria de Gestão de Contratos de Serviços de Saúde (CGCSS).

O HEAB nasceu de uma ampla reforma na estrutura física e modernização de equipamentos no Hospital Nestor Goulart Reis. O Hospital Nestor Goulart Reis foi inaugurado no ano de 1958 para internação de pacientes portadores de tuberculose, chegando a ter 672 leitos ativos. Passou ao longo de 50 anos de existência por diversas missões assistenciais. Ao longo do tempo, o hospital se deteriorou do ponto de vista físico e perdeu a atualidade tecnológica, ficando com equipamentos obsoletos. 

Entre os anos de 2003 e 2004 houve uma decisão da Secretaria de Estado da Saúde de ampla reforma da área física e atualização tecnológica do antigo hospital. Do ponto de vista estrutural, o hospital tem forma da letra H, e está dividido em 11 blocos de 02 ou 03 pavimentos. Uma das "pernas" do H continuou sendo o Hospital Nestor Goulart Reis e manteve a sua finalidade de atendimento a pacientes portadores de tuberculose (Multi droga resistente ou problema social), ficando ligado à Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). 

O restante passou a ser o Hospital Estadual Américo Brasiliense (HEAB) e o Ambulatório Médico de Especialidades, o AME Américo Brasiliense. Desta reforma nasceram em uma parte do antigo prédio, o HEAB e o AME Américo Brasiliense.  

O HEAB e o AME Américo Brasiliense ficam em um prédio com cerca de 30 mil metros quadrados de construção, com padrão arquitetônico de meados do século passado, com ambientes muito amplos e luminosos, cercado por áreas verdes. Neste Hospital todos os quartos possuem antecâmara e 25 deles estão equipados com pressão negativa, o que o torna estratégico para atendimento de doenças infecciosas emergentes, sendo referência para estes casos, entre outros.

O HEAB e o AME Américo Brasiliense foram gerenciados de julho de 2008 a julho de 2010 pela UNESP de Botucatu (FAMESP) e a partir de agosto de 2010, por uma decisão de mudança de parceiro da Secretaria Estadual de Saúde, pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto-USP/FAEPA.